sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Aceita-me

Ora comigo, deixa-me ficar
Sou teu amigo, vem comigo partilhar.
Me diz, o porque do teu sofrer, fica aqui, olha pra mim!.
Vê sou Jesus estou contigo.

Pra te ouvir eu vim, pra te acolher estou aqui
para abençoar tua vida e curar tuas feridas.
Estou aqui!. Aceita-me

Composição de:  Claudio de Oliveira

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Para Refletir

Uma parte da vida destinamos ao ambiente, outra ainda mais elementar, que conhecemos como sentimento, destinamos ao que é repugnante é irrisório. Em pé de existência e vicissitude, os homens de bem concernem a arte à naturalidade de ser e existir, e também à música, que como a literatura, é grata, digna, embora um tanto complexa.

Rever o mundo com aparência sobreposta à negatividade, como um saxofone bem tocado, não por algum ilustre musicólogo, mas com lábios de algum humílimo de sabedoria e de simplicidade. A vida nos complexos seres é a mais simples possível, não regada de nostalgia e nem de circunstâncias abusivas.

Pensar num mundo contraparente é mais que um abuso, é um estilo ultrajante, tudo surge de algum possível inconformismo. Andamos pelos rios, enlameados até a alma, uns convictos do que virá adiante, outros sequer esperançosos, como se o que lhes está por deitar-se diante de suas faces não fará diferença. Ledo engano, na complexidade vemos que a humildade é algo contraparente, pois somente com coisas vãs e loucas, anormais à normalidade, Deus abençoa o mundo e a todos, felizmente.


Claudio de Oliveira e Jorge Luiz de Souza