Uma parte da vida destinamos ao ambiente, outra ainda mais elementar, que conhecemos como sentimento, destinamos ao que é repugnante é irrisório. Em pé de existência e vicissitude, os homens de bem concernem a arte à naturalidade de ser e existir, e também à música, que como a literatura, é grata, digna, embora um tanto complexa.
Rever o mundo com aparência sobreposta à negatividade, como um saxofone bem tocado, não por algum ilustre musicólogo, mas com lábios de algum humílimo de sabedoria e de simplicidade. A vida nos complexos seres é a mais simples possível, não regada de nostalgia e nem de circunstâncias abusivas.
Pensar num mundo contraparente é mais que um abuso, é um estilo ultrajante, tudo surge de algum possível inconformismo. Andamos pelos rios, enlameados até a alma, uns convictos do que virá adiante, outros sequer esperançosos, como se o que lhes está por deitar-se diante de suas faces não fará diferença. Ledo engano, na complexidade vemos que a humildade é algo contraparente, pois somente com coisas vãs e loucas, anormais à normalidade, Deus abençoa o mundo e a todos, felizmente.
Claudio de Oliveira e Jorge Luiz de Souza
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
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...embora um tanto COMPLEXO! rs! mas, bacana!
ResponderExcluir=]
Van♪
Hum.....?
ResponderExcluirtava bem inspiradoo hein!
Pow muito bom...acho que vou te convidar pra participar do meu livro!
ResponderExcluirum forte abraço.
Tendo em vista que um sempre me lembrou o outro, é com alegria que vejo a amizade entre vocês e o que escreveram juntos. Mágoas do passado à parte, tanto para um quanto para outro, devo dizer que admiro os valores que vocÊs defendem. Seria hipócrita se não o fizesse.
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